Uma dúzia de mulheres acaba de ingressar na Escola Naval, integrando o primeiro grupo feminino a pisar, como aspirantes, o solo sagrado da Ilha de Villegagnon.
Ao
ver a foto das jovens aspirantes já com o uniforme branco, uma delas escreveu um
dos textos mais belos e atuais que li ultimamente. Ele não é apenas sobre
Marinha, mas sim sobre o Brasil.
Por: Sra. Carla Andrade
Uma Foto e Vários Sentimentos
De todas as transformações que o nosso país enfrenta,
não tenho dúvida que a pior delas é inversão de valores.
Não estou falando dos atores, mas da plateia.
Quem determina o sucesso de um espetáculo é o público. Por melhor que sejam os atores e o enredo, se o público
não aplaudir, a turnê acaba.
Nós somos a sociedade, nós somos a plateia, nós dizemos qual o espetáculo deve acabar e qual precisa continuar.
Se nós estamos aplaudindo coisas erradas, se damos
ibope a pessoas erradas, de que estamos reclamando afinal?
Somos nós que continuamos consumindo
notícias de bandidos presos e condenados.
Somos nós que consumimos notícias de arruaceiros
que ganham mesada para depredar o nosso patrimônio.
Somos nós que damos trela para beijaços, toplessaços, marcha de vadiaças, dos maconheiraços, dos super-heróis que batem ponto em “manifestações” (e que gostam de cozinhar-se dentro de uma fantasia num sol de 45 graus),
e todos os tipos de histéricos performáticos que querem
seus 15 minutos de fama.
Quando fazemos isso, estamos dando-lhes valores que não têm. Estamos dando-lhes atenção. Estamos dedicando-lhes
o nosso precioso tempo.
Passou da hora de dar um basta nisso!
Por que os nossos jornais estão recheados de funkeiros
ao invés de medalhistas olímpicos do conhecimento?
Por que vende-se mais jornal com notícia de um funkeiro que largou a escola por já estar milionário, do que de um aluno brilhante que supera até seus professores?
Por que sabemos os nomes dos BBBs e não sabemos os nomes dos nossos cientistas que palestraram no TED?
Por que muitos não sabem nem o que é o
TED? Ou Campus Party?
Por que um evento histórico para o Brasil como
o ingresso da primeira turma feminina da Escola
Naval não é noticiado?
Por que um monte de alienadas com peitos de fora, merecem mais as manchetes do que as brilhantes alunas,
que conquistaram as primeiras 12 vagas, da mais antiga instituição de ensino superior do Brasil?
Por que nós continuamos aplaudindo
a barbárie, se ainda temos valores?
O país não mudará se nós não mudarmos o foco!
Os políticos não mudarão se nós não
refletirmos a sociedade que queremos!
Já passou da hora de nos posicionarmos!
Ostracismo a quem não merece a nossa
atenção e aplausos para quem faz por merecer.
Merecer! Precisamos devolver essa
palavra para o nosso dicionário cotidiano.
Meu coração ao olhar essa foto hoje,
se divide em vários sentimentos distintos.
Muito orgulho de ser mulher e me
ver representada por essas guerreiras.
Elas não estão fazendo arruaça pleiteando igualdade. Elas conquistaram a igualdade estudando e ralando muito.
Elas tiveram que carregar na mão as suas malas pesadas
no dia que entraram na Escola Naval. Não puderam
puxar na rodinha não! Tiveram que carregar na mão
igual aos aspirantes masculinos.
Elas foram e fizeram.
Mas ao contrário das feministas de toddynho,
não estarão nas manchetes dos jornais de hoje.
E isso me evoca outros sentimentos.
Sentimentos de revolta, de vergonha, e de constrangimento frente a essas mulheres, que não serão chamadas de heroínas por apresentadores de televisão. Mas estão dispostas morrer como heroínas por nosso país.
Parabéns Primeira Turma
Feminina da Escola Naval de 2014.
Vocês são a dúzia que vale muito mais que milhares!
Saiba mais sobre a Ilha de Villegagnon
assistindo a reportagem do Fatastático:
PARTE - 1
PARTE - 2
18 de março de 2014
15 de março de 2014
Baterias: mitos e verdades
A primeira bateria comercial de íons de lítio foi lançada em 1991 e, desde então, com o crescimento dos dispositivos móveis, esse tipo de bateria se tornou a mais comum. E ela vem evoluindo.
A evolução das baterias segue três pilares principais: a vida útil da bateria, a segurança e o custo. Atualmente, as baterias mais comuns são as de íons de lítio porque o lítio é um material bastante atrativo para ser usado como acumulador elétrico. As baterias de lítio não são tóxicas e, diferente das suas antecessoras, não possuem problemas com o efeito memória.
"Você tem 5 horas de autonomia, mas só usou 3 horas, por exemplo. Depois, você volta e dá uma carga e assim por diante. Isso forma um composto chamado intermetálico que isolava o material ativo, mas esse composto era de cádmio. Com a bateria de lítio, é outro material, então ele não tem este problema de efeito memória", explica Maria de Fátima Rosolem, pesquisadora / CPqD.
Sem efeito memória, não faz o menor sentido esperar a bateria descarregar inteira para carregá-la novamente. As baterias de lítio podem ser carregadas a qualquer momento e por quanto tempo você achar necessário.
Toda bateria, seja qual for a tecnologia usada, tem uma vida útil. Ou seja, um dia ela acaba. As baterias armazenam energia na forma de compostos químicos e com o passar do tempo, parte do material se torna inativo. A vida útil das baterias é avaliada em ciclos – cada carga e descarga completa representa um ciclo. No Brasil, as baterias vendidas oficialmente junto com os tablets e celulares, são todas certificadas e homologadas pela Anatel. Cada lote passa por 15 ensaios entre desempenho e segurança; os testes duram cerca de 120 dias. O mínimo exigido de uma bateria são 300 ciclos, mas já se sabe que elas aguentam muito mais do que isso; algumas ultrapassam os mil ciclos de vida útil.
O principal fator externo que influencia a vida útil da bateria – depois da sua qualidade – é a temperatura. A maioria das baterias foi fabricada para funcionar entre zero e 40 graus Celsius; nesta faixa não há qualquer perda de desempenho. Temperaturas extremas são maléficas. Muito calor acelera as reações químicas e, consequentemente, reduzem a vida útil da bateria. E muito frio diminui a velocidade das reações...
"Se você for usar o celular num clima muito frio, ele vai ter menor autonomia, só que é melhor para a vida útil, que não estaria sofrendo os processos de degradação da temperatura elevada. Só que a sua autonomia para falar todos os dias vai ser menor", completa Maria de Fátima Rosolem, pesquisadora / CPqD.
"A mudança da temperatura dentro daquela faixa de 0 a 40 graus tem a ver com a vida útil da bateria, quando que ela deixará efetivamente de funcionar - e não com a preservação da carga", afirma Renato Franzin, professor / USP
As baterias atuais são bem complexas; com sensores de temperatura e tensão, o circuito interno é seguro e impede superaquecimento do aparelho ou até casos de explosão.
"Esses sensores protegem de uma sobrecarga ou explosão quando você deixa carregando por muito tempo carregando na tomada", completa Franzin.
Aliás, exatamente por isso, tome sempre muito cuidado e evite baterias e equipamentos piratas ou de origem duvidosa. Aliás, outro alerta importante é: aconteça o que acontecer, nunca abra sua bateria – ela é lacrada para sua segurança.
"Os materiais que estão lá em contato com o oxigênio do ar podem sofrer combustão interna e pegar fogo", alerta Maria de Fátima.
O processo eletroquímico das baterias é contínuo; assim, mesmo com o aparelho desligado, a bateria perde energia armazenada. Claro, quando ela é requisitada pelo dispositivo, o gasto é muito maior. Esse fato serve para outro alerta: nunca guarde uma bateria descarregada por muito tempo...
"Na verdade, a bateria não foi feita para ficar descarregada, então os processos eletroquímicos vão acontecer numa escala diferente do que quando ela tem alguma carga. E isso deteriora a bateria um pouco mais rápido", explica o professor da USP.
Como dissemos no início, as baterias vem evoluindo ao longo do tempo. A questão é que a evolução dos dispositivos móveis e da microeletrônica é muito mais rápida. Nas baterias, o processo de pesquisas e desenvolvimento é lento. Mas ainda assim, o futuro das baterias promete...
"É muito mais provável que você encontre um desenvolvimento no dispositivo móvel que vá promover a economia de energia e prolongar o tempo de funcionamento do que a melhoria da tecnologia da bateria", completa Franzin.
Para se ter uma ideia, somente a substituição das telas de LCD pelo novo OLED vai representar uma economia energética nos dispositivos móveis da ordem de 25%; para nós, usuários finais, a sensação vai ser de maior autonomia de bateria.
Fonte:
Olhar Digital
Vida e bem estar – Conheça os oito alimentos que auxiliam na redução da pressão arterial
Apesar de não ter cura a hipertensão
pode ser controlada com uma dieta adequada
A cada dois minutos, uma pessoa morre em decorrência de males cardiovasculares no Brasil. Por trás
do número indiscutivelmente alarmante, muitas
vezes se esconde a hipertensão, um problema traiçoeiro que é capaz de permanecer anos sem dar sinais. Se a hipertensão for detectada precocemente não exige medidas drásticas de tratamento, principalmente no que diz respeito à alimentação. Muito pelo contrário: as mudanças podem até ser saborosas, como pesquisas recentes têm comprovado ao relacionar certos alimentos a um menor aperto nos vasos sanguíneos.
Em alguns casos, o efeito pode parecer pouco significativo. Mas não se engane: Pequenas reduções na pressão já têm grande impacto no organismo. Quando a pressão sistólica cai só 2 milímetros de mercúrio, há uma diminuição de 10% no risco de morte por derrame e de 7% por infarto. Daí a importância de prestar atenção nos alimentos que se consome. Isso vale até para quem não é hipertenso, porque zelar pelas artérias torna muito mais longo o caminho que leva à doença. Existem alimentos que podem auxiliar na redução da pressão, destacamos aqui oito companheiros nessa empreitada. São eles:
Suco de beterraba
Utilizar duas beterrabas para preparar o refresco. Se preferir, você pode usar o vegetal em sanduíches e saladas.
Clara de ovo
Dá para fazer ovo mexido só com a clara ou usá-la em uma omelete com legumes. Mas atenção: apesar de não haver restrição de consumo, ela tem muita proteína. O exagero diário pode, portanto, sobrecarregar os rins.
Chocolate
O doce contendo de 50 a 85% de cacau faz a pressão cair cerca de 3 mmHg. Por isso de preferência aos meio amargos e amargos. Maneire nos chocolates brancos e ao leite, que são pobres no ingrediente que derruba a pressão.
Uva-Passa
um experimento que associou a ingestão de passas a uma redução na pressão de pessoas pré-hipertensas.
Nozes
A relação entre elas e o controle da hipertensão ainda gera polemica. No entanto, em um recente ensaio clínico com mais de 7 mil pessoas, o uso das nozes e de outras oleaginosas, como amêndoas e avelãs, ajudou, sim, a evitar os picos de pressão.
Leguminosas
Ao preparar o feijão por exemplo, abra mão de temperos industrializados, lotados de sódio. Experimente refogá-lo com alho e cebola e adicionar ervas.
Chá-verde
De fato, a bebida, abastecida de polifenóis, é aliada contra a hipertensão. Porém quem é muito sensível à cafeína, outra substância do chá-verde, deve recusá-lo à noite para não ter o sono prejudicado.
Iogurte
Consumir potinhos de 200 gramas de iogurte com baixo índice de gordura a cada três dias poderia reduzir em 31% o risco de desenvolver hipertensão segundo estudos, mas em vez de simplesmente acrescentar o iogurte à dieta, é importante que ele substitua algum item calórico ou pouco saudável.
Fonte: Rádio
Vitória AM
12 de março de 2014
As folhas da tília
Por Décio Cançado
"Havia, na minha escola, uma árvore gigante e frondosa cujos ramos cresciam ao longo do muro do pátio. O seu tronco era pequeno, mas a sua força era imensa, pois conseguia chegar ao céu. Era o que me parecia, quando a contemplava na hora do lanche para, em seguida, brincar com suas folhas. Recordo como me esticava para colher a mais bela, tão larga e verde, de tão requintado perfume que, para mim, continha em si todo um bosque. Esta foi a única árvore da minha infância, pois cresci numa rua órfã de amigos verdes. Colhia uma folha, acariciava-a por trás e pela frente, tocando a sua superfície rugosa, cheirava-a profundamente, e depois começava o ritual. Lentamente, ia despojando-a da sua carne até lhe deixar apenas as veias que sulcavam a sua enorme superfície. Faziam-me lembrar os rios e seus afluentes que iam ficando sem o verde das margens.Era a alegria de uma menina que brincava feliz sem o saber. A fragrância daquela árvore impregnava minhas mãos como uma oferenda anônima da vida que palpitava dentro dela. Cresci e nunca mais tive notícias da árvore da minha infância.
Tília é o nome de uma planta, original da Austria, árvore nobre, de grande beleza, trazida por imigrantes por ocasião da 1ª guerra mundial. Há uma cidade, em Santa Catarina, com o nome de "Treze Tílias" - "Dreizehnlinden", em Alemão - fundada por Andreas Thaler; ele lhe deu esse nome baseado em um livro do poeta Wilhelm Weber, que enaltecia a árvore em suas obras.
"Havia, na minha escola, uma árvore gigante e frondosa cujos ramos cresciam ao longo do muro do pátio. O seu tronco era pequeno, mas a sua força era imensa, pois conseguia chegar ao céu. Era o que me parecia, quando a contemplava na hora do lanche para, em seguida, brincar com suas folhas. Recordo como me esticava para colher a mais bela, tão larga e verde, de tão requintado perfume que, para mim, continha em si todo um bosque. Esta foi a única árvore da minha infância, pois cresci numa rua órfã de amigos verdes. Colhia uma folha, acariciava-a por trás e pela frente, tocando a sua superfície rugosa, cheirava-a profundamente, e depois começava o ritual. Lentamente, ia despojando-a da sua carne até lhe deixar apenas as veias que sulcavam a sua enorme superfície. Faziam-me lembrar os rios e seus afluentes que iam ficando sem o verde das margens.Era a alegria de uma menina que brincava feliz sem o saber. A fragrância daquela árvore impregnava minhas mãos como uma oferenda anônima da vida que palpitava dentro dela. Cresci e nunca mais tive notícias da árvore da minha infância.
Concluí os estudos e comecei a escrever coisas muito sérias e difíceis de entender para uma criança. Dava conferências, ensinava, escrevia artigos de caráter social e conhecia muita gente. Fui pela vida sem saber que algo despertava em mim um mistério profundo, que me acompanhara desde a infância. Passei a escrever contos e poesias, até que uma amiga falou-me de uma planta, venerada pelos alemães, que crescia junto das fontes e das escolas, e que era a tília. Cantou uma canção sobre ela, cheia de saudade, e despertou em mim a curiosidade de conhecer essa árvore que inspirava tão belos sentimentos. Foi, sem dúvida, uma porta que se abriu para me mostrar a origem da magia que impregnava as minhas mãos. Um dia, ao abrir um livro sobre árvores, vi uma tília, com as folhas desenhadas em destaque. A minha memória, que permanecera adormecida, recordou a árvore que havia marcado minha infância de verde esperança. Senti um imenso amor por quem tinha sido minha companheira por um bom tempo; Fiquei mais impressionada ao ler o texto, próximo da gravura, que dizia: aquela árvore era a favorita das fadas, que nela habitavam, e deixavam impressa, em cada uma das suas folhas a fórmula mágica que iria impedir que os contos se acabassem no mundo. A criança que tocasse uma das suas folhas receberia o dom de escrever sobre as coisas sagradas deste planeta, e se nãos os escrevesse, teria que contá-las, pois a seiva havia de estimulá-la a imaginar histórias que teria de compartilhar, se não quisesse morrer de tristeza por estar tão prenhe de contos e de lendas e não poder dá-los à luz. Olhei para minhas mãos e fiquei apaixonada pelo segredo que elas continham; por ter brincado com as maravilhosas folhas da tília, tinha agora a profissão mais bonita e luminosa: descobrir a magia sagrada que impregna todas as coisas, o profundo mistério que anima a vida e escrever, depois, em forma de conto. Senti-me uma fada, porque aquela árvore mágica que crescia dentro de mim podia contar com todas as minhas forças para dar fruto. E escreveria um conto por cada uma das folhas com que brinquei.
Acredito que os contos são um dos maiores tesouros da humanidade. Eles têm-nos ajudado a viver, dando-nos forças para superar os conflitos e encontrar a luz na escuridão. Foram os canais de transmissão de uma sabedoria tão profunda que acabaram por tornar possível passar, através dos tempos, o calor da humanidade e a importância de continuarmos vivos de geração em geração. De um modo especial, os contos que nos revelam a problemática da existência, embora de forma simbólica, nos oferecem alternativas, porque hoje, mais do que nunca, temos que acreditar no poder da vida. Sabemos que as condições sociais não oferecem horizontes às novas gerações. Boa parte da juventude se destrói, absorvida pelo consumismo, a droga e a violência. E perguntamos: que acontecerá com nossos filhos, nossos alunos? Como educá-los para o mundo de hoje? A sociedade exige profundas mudanças e lança-nos importantes desafios no sentido de evoluirmos através dos grandes conflitos que surgem diariamente. A escola e a família têm de evoluir para uma educação mais consciente. É necessário que comecem a transmitir autoestima às crianças, de forma que, no futuro, possam enfrentar e transformar a realidade. É ela que permite à pessoa acreditar em si mesma e conhecer os seus recursos, a fim de ocupar o seu lugar no mundo".
(adaptado de um texto de Rosa Badillo)
Fonte: clicfolha.com.br
REPOSIÇÃO HORMONAL
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| Dra. Paula Alves Massaro |
Terapia de Reposição Hormonal (TRH), é o trata-mento a base de hormônios, usado na prevenção de algumas doenças e para aliviar sintomas incômodos que ocorrem no climatério.
Climatério é o período de transição entre a fase re-produtiva (ovulações regulares e menstruações cícli-cas) e a fase não reprodutiva, que ocorre geralmente entre 45 e 55 anos. Menopausa é a fase do climatério marcada pela ausência de menstruações em um pe-ríodo de 12 meses consecutivos.
Por volta dos 40 anos, já ocorre um declínio na pro-dução dos níveis hormonais (estradiol, progesterona e testosterona) de todas as mulheres, pois os ová-rios, que são os grandes responsáveis por esta pro-dução, começam a ficar menos funcionantes.
Essa queda hormonal traz grandes mudanças na vida e no organismo da mulher. Alguns sintomas como: fogachos (calorões), diminuição da elasticidade da pele, unhas e cabelos enfraquecidos, indisposição, alterações emocionais (depressão e ansiedade), in-sônia, dores osteoarticulares (dores pelo corpo), a-trofia genital (secura vaginal, diminuição da libido e alterações urinárias), irregularidade e alterações no padrão menstrual, aumento de peso, entre outros sintomas.
Entretanto, em torno de 15%das mulheres, não irão apresentar sintomas tão evidentes desta queda hor-monal , mas a deficiência estrogênica (hormo-nal)também resulta em alterações do sistema cardi-ovascular, ossos , sistema nervoso central, trato geni-turinário e pele, de forma silenciosa.
A TRH, como qualquer outro tratamento, tem que ser avaliada quanto aos riscos e benefícios quando indicada. Não existe um tratamento perfeito para todas as pessoas. A relação médico paciente é muito importante, pois através de exames, e uma investiga-ção cuidadosa, as dúvidas e incertezas serão escla-recidas e com a confiança estabelecida, o tratamento será escolhido para tornar o mais agradável possí-vel, esta fase, que é inevitável.
Os benefícios da TRH são: aliviar os sintomas vasomotores(ondas de calor, sudorese, dores oste-oarticulares, depressão, instabilidade emocional, desempenho intelectual); melhora a atrofia das mucosas, pele e anexos, do aparelho genital e uriná-rio, e prevenção de osteoporose e cardiopatias.
Os riscos de tromboembolismo, doença hepática severa, câncer de endométrio e mama recentes, san-gramento vaginal não diagnosticado e porfiria, são casos em que a TRH é contra-indicada. Algumas condições especiais com menor risco devem ser avaliadas caso a caso.
ALTERNATIVAS NÃO HORMONAIS COMO:
- Hábitos dietéticos (dieta pobre em gordura
ani-mal e rica em fibras, ingestão de cálcio);
-Prática de atividade física regular
(no mínimo 3 vezes por semana de 40 minutos);
-Exposição ao sol em horário adequado;
-Alertar contra hábitos de consumo de álcool e o tabagismo; são muito importantes e devem ser es-timuladas.
Medicamentos utilizados para outras patologias co-mo hipertensão, depressão, etc... Assim como as Iso-flavonas, podem auxiliar na melhora de alguns sin-tomas isolados.
ENTRE AS ALTERNATIVAS HORMONAIS
PO-DEMOS OPTAR POR :
-Hormônios sintéticos como a Tibolona;
-Hormônios Bioidênticos;
-Testosterona ;
-TRH convencional (estrogênio/progesterona) isolados ou combinados variando os esquemas hor-monais quanto a dosagens, vias de administração e tempo de uso.
A saúde da mulher no climatério é afetada por sin-tomas que deterioram a qualidade e sua expectativa de vida. Por isso, atualmente é inaceitável, com tan-tas alternativas, não oferecer a esta mulher moderna alguma boa opção, se for de sua vontade, de ter uma qualidade de VIDA muito melhor!!!
Fonte: Rádio Videira AM
8 de março de 2014
Foto registra construção do Terminal Rita Maria, em Florianópolis, em 1979
Cortina do Tempo deste sábado mostra registro da construção do terminal
Fonte: HORA DE SANTA CATARINA
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| Foto antiga mostra obra de construção do terminal em 1979Foto: Montagem sobre fotos de Betina Humeres, Agência RBS, e Acervo Velho Lobo do Mar, divulgação |
A construção do Terminal Rita Maria, um dos primeiros espaços a que os turistas que chegam de ônibus a Florianópolis tem contato, é o retratado na seção Cortina do Tempo deste final de semana.
A foto antiga, datada de 1979, mostra o canteiro de obras da construção do terminal, algumas casas no morro e apenas dois prédios na vizinhança. A rodoviária foi inaugurada no dia 7 de setembro de 1981. A foto histórica foi encontrada pela fotógrafa Betina Humeres no grande acervo do Velho Lobo do Mar, que concentra em uma página no Facebook importantes imagens históricas de Florianópolis. E é ele quem nos conta um pouco do cenário e da vida dele, na época:
— Naquela época eu estava noivo e ela morava em Ponta Grossa no Paraná. Eu morria de vergonha de nossa miserável rodoviariazinha lá na Mauro Ramos, e acompanhei a obra da construção do moderno terminal Rita Maria ansiosamente pra que minha amada tivesse boa impressão de nossa cidade logo na chegada. Em 1981 a rodoviária ficou pronta. Tive o prazer de receber minha futura esposa lá. No ano seguinte casamos. Não sei quem tirou esta foto, recebo fotos de marujos admiradores da memória da cidade. Eu comprei minha primeira máquina fotográfica em 1983 (dois anos depois da rodoviária ficar pronta) à época do nascimento do meu primeiro filho
— conta o Velho Lobo do Mar.
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| Foto: 1978 (Acervo Velho Lobo do mar / Divulgação) |
Desde 2012, a rodoviária vem enfrentando problemas na estrutura. Em fevereiro de 2014, uma reforma para ajustes de prevenção do incêndio no espaço foram concluídas. Seguem até abril as obras na reforma do telhado da estrutura.
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| Foto: 2013 (Betina Humeres, Agência RBS) |
A origem do nome do terminal é de uma senhora negra, risonha, que morava em uma casa perto da praia, no Centro, nos tempos do antigo Miramar. Ela ficou conhecida por sua alegria e pelas benzeduras e rezas, que oferecia aos marujos que chegavam à Ilha.
Curiosidades
:: O terminal foi inaugurado em 7 de setembro
de 1981 com show de Fafá de Belém
:: O projeto arquitetônico é do
uruguaio Yamandu J. Carlevaro
:: A inauguração do Terminal Rita Maria contou com
uma corrida de kart, apresentação da fanfarra do Instituto Estadual de Educação, corrida ciclística
e um bolo gigante para a população
:: No segundo piso do terminal funcionava um
restaurante, que servia a famosa sopa da
rodoviária. Era um frequentado ponto de fim de noite
6 de março de 2014
Confira como era a Praça da Alfândega de Florianópolis na década de 1960
Antiga Alfândega foi inaugurada em 1876
Fonte: HORA DE SANTA CATARINA
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| A circulação de pessoas é ponto forte tanto nos anos 1960 quanto nos dias atuais - Foto: Montagem sobre fotos de Betina Humeres, Agência RBS e Acervo Velho Bruxo, divulgação |
A Cortina do Tempo de hoje faz homenagem a outra parte do centro histórico da cidade, a Praça da Alfândega. A foto tirada nos anos 60, e tem vista vista para o Mercado Público Municipal.
A história da Antiga Alfândega se inicia lá atrás, no ano de 1874 e é inaugurada em 1876. João Tomé da Silva, presidente da Província de Santa Catarina na época, foi autorizado a mandar construir uma nova sede em substituição à anterior, incendiada em 1866 por razões não conhecidas até hoje.
A nova construção foi transferida para o então Largo do Príncipe, que ficava onde hoje é a Rua Conselheiro Mafra. A alfândega encerrou suas atividades assim que o Porto de Florianópolis foi desativado, em 1964. Até a década de 70 o prédio ainda era banhado pelo mar. Com a construção do aterro da Baía Sul, a frente do edifício ganhou uma grande área que foi transformada em praça, o Largo da Alfândega.
Depois de seu tombamento e de algumas restaurações, o local se transformou em um ponto de encontro da população local e dos inúmeros turistas. Em tempos de carnaval, ali também acontecem ensaios de escolas de samba e blocos de carnaval.
Hoje, no prédio da Antiga Alfândega, funciona a galeria da Associação de Artistas Plásticos de Santa Catarina, com espaço para exposições de artistas regionais, a Loja de Artesanato Catarinense, local em que é possível adquirir belas lembrancinhas típicas do artesanato local como renda de bilro, cachaças artesanais e panelas de barro, além do Bar da Alfândega.
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| 1960 (Acervo / Velho Bruxo) |
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| 2013 (Betina Humeres - Agência RBS) |
Fonte: HORA DE SANTA CATARINA
26 de fevereiro de 2014
Trem serviu de ligação entre municípios do litoral sul catarinense há 130 anos
Museu Ferroviário de Tubarão guarda a memória
de uma época de desenvolvimento local
de uma época de desenvolvimento local
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| Trem em passagem pelo Canal das Laranjeiras, em Laguna, na década de 1930 aproximadamenteFoto: Museu Ferroviário de Tubarão / Acervo Fotográfico |
Há 130 anos, uma ferrovia foi construída aos moldes ingleses para impulsionar a produção de carvão no Sul de Santa Catarina. A Ferrovia Tereza Cristina continua funcionando e não parou durante o último século. Sem ela, a economia de uma região inteira não teria se desenvolvido.
A Inglaterra, em plena Revolução Industrial, interessada na descoberta de carvão na região, investiu na construção da ferrovia e a inaugurou em 1884. Afinal, as máquinas a vapor precisavam de combustível.
O visconde de Barbacena recebeu do governo imperial português a concessão da ferrovia. A partir de então, ele implantou colônias que geraram desenvolvimento para a região, como as colônias Grão Pará e Azambuja. Somente em 1902, o governo brasileiro passou a cuidar daquele trecho, mas os trilhos continuaram transportando carvão e outras cargas. Na década de 1960, o trem parou de transportar pessoas.
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| Foto: Museu Ferroviário de Tubarão - Acervo Fotográfico |
Atualmente, a ferrovia mantém características históricas, mas se modernizou para ter mais potência e economizar energia. Uma empresa privada tem a concessão da Tereza Cristina SA. Hoje, 98% do carvão da Usina Jorge Lacerda, da Tractebel, ainda são levados pelos trilhos.
O Complexo Termoelétrico Jorge Lacerda localiza-se no município de Capivari de Baixo, no estado de Santa Catarina, é considerado o maior complexo termoelétrico a carvão da América do Sul. O Complexo pode ser visto às margens da rodovia BR-101. Baseada na tecnologia alemã e checa, O complexo é formado por três usinas térmicas, a carvão, com potência total de 853 MW. Fazia parte do parque gerador da estatal Eletrosul(atual Tractebel Energia, antiga Gerasul). Todo o parque foi privatizado no segundo mandato do gestão do presidente Fernando Henrique Cardoso.
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Complexo Termoelétrico Jorge Lacerda |
Mas ainda há chance de andar de trem. Um passeio irá reviver parte desta história no dia 29 de março. O Museu Ferroviário de Tubarão, idealizado por José Warmuth Teixeira, presidente da Sociedade dos Amigos da Locomotiva a Vapor, irá apresentar aos passageiros a Ferrovia Tereza Cristina.
O trajeto, que será feito com maria-fumaça, mostrará alguns fortes de pedra, a ponte de Tubarão e como está ficando a estrutura da nova ponte de Laguna. As imagens antigas que você vê nesta página são parte da memória de outros verões guardadas por pessoas como José no Museu Ferroviário de Tubarão.
Passeio de trem
De Tubarão até a Comunidade de Barbacena
(Laguna), no dia 29 de março
Saída às 8h30min do Museu Ferroviário de Tubarão
e retorno previsto para 13h30min, no mesmo local
Valor da passagem: R$ 50 por pessoa
Informações: (48) 3632-3450
Fonte: DIÁRIO CATARINENSE
25 de fevereiro de 2014
Celeiro da geração de energia elétrica
Responsável pela geração de quase 70% da energia consumida pelos catarinenses, a região da Amures é detentora do maior potencial hídrico
do Estado.
Entre a unidade de Barra Grande, em Anita Garibaldi e a unidade da Enercan, em Campos Novos, a capacidade instalada de geração supera 1.5 mil mega watts.
O presidente da Tractebel Energia, Manoel Zaroni Torres, explica que o sistema elétrico nacional é interligado e faz com que a energia circule entre todos os estados.
Em função disso, há pouca influência na oferta interna de energia se o estado é exportador ou importador de energia. Mas o ganho para o estado exportador verifica-se, principalmente, em função dos tributos gerados na região.
Segundo ele, as tarifas de distribuição são estabelecidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
“Uma delas é o custo da energia, que possui uma tendência de crescimento acima da inflação, uma vez que a implantação de novas unidades de geração tem, de modo geral, custo maior que as já implantadas”, informou.
Com atuação nacional, a Tractebel Energia produz energia em 11 estados. São 21 usinas entre hidrelétricas, termelétricas, pequenas centrais hidrelétricas e eólicas.
Sozinha a Tractebel é responsável por cerca de 7% do suprimento do mercado brasileiro de energia e em Santa Catarina, opera as hidrelétricas de Machadinho e de Itá. A geradora atua também no complexo termelétrico Jorge Lacerda e a Usina de Cogeração Lages.
Estas unidades totalizam 2.416 mega watts instalados, mas parte desta geração é considerada como produção no Rio Grande do Sul.
O que explica Manoel Torres é que o Estado possui um grande potencial de pequenos aproveitamentos hidrelétricos a serem construídos.
Como é o caso da Usina de Cogeração Lages, que opera a partir de resíduos da indústria madeireira.
Ele cita, ainda, a energia eólica com bom potencial de crescimento, apesar de o Estado não possuir a mesma regularidade de ventos que se observam no nordeste brasileiro.
Sobre as chamadas energias renováveis, Manoel Torres disse que a Tractebel tem adotado como prioridade crescer por estes meios.
“Com esta política já nos próximos anos teremos mais de 85% de nossa geração total obtida a partir destas fontes”, revelou.
O diretor da Tractebel observa que são necessárias novas hidrelétricas, que são uma fonte renovável, mas cuja implantação exige que rios sejam represados, o que altera o ecossistema existente anteriormente.
O maior empreendimento energético de Santa Catarina, a usina hidrelétrica Campos Novos demandou recursos da ordem de R$ 1,5 bilhão.
Sozinha a unidade é responsável por 27% da demanda de energia do Estado. E hoje responde por um significativo incremento na economia regional, principalmente dos municípios de Campos Novos, Celso Ramos, Abdon Batista e Anita Garibaldi.
O recolhimento de royalties aos municípios da área de influência, após o início de operação da usina, permite melhorar a qualidade de vida das populações desses municípios.
Desde que a Usina Hidrelétrica Campos Novos iniciou a operação, em fevereiro de 2007, o montante repassado já alcançou cerca de R$ 110 milhões, o que equivale a uma média mensal de R$ 1,3 milhão.
A compensação é paga em função da geração de energia. E o montante é proporcional: quanto maior a geração, maior o valor repassado. São recursos, portanto, garantidos e que permitem aos municípios concretizar obras e serviços.
Para os prefeitos, esses recursos são fundamentais para manutenção de ações de infraestrutura básica e empreendimentos voltados à população.
Só Anita Garibaldi chegou a receber em um mês R$ 279 mil provenientes de compensação financeira.
Em alguns casos é este dinheiro que ajuda os prefeitos a enfrentar as crises decorrentes de quedas de arrecadação de recursos como do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e ICMS.
Uma nova expectativa de investimento na economia dos municípios cortados pelo rio Canoas é com a Usina Garibaldi.
Fotos: Divulgação
Fonte: www.clmais.com.br
Moto do ''Robocop'' rouba a cena no longa-metragem
Superbike fitícia C-1 tem velocidade máxima
de 397 km/h; filme dirigido pelo brasileiro
José Padilha já está em cartaz no Brasil
de 397 km/h; filme dirigido pelo brasileiro
José Padilha já está em cartaz no Brasil
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| C-1 é a moto do Robocop que chega aos 397 km/h |
Na indústria cinematográfica, especialmente dos filmes de super heróis, não há limites na imaginação dos criadores dos meios de transporte dos protagonistas. Desta vez, os holofotes estão voltados para uma máquina
de duas rodas, pilotada pelo Robocop. O filme,
dirigido pelo brasileiro José Padilha, estreou na
última sexta-feira (21) no Brasil.
O personagem principal é Alex Murphy, um policial que tornou-se metade homem, metade robô, após sofrer graves danos físicos. No entanto, o que chama a atenção no longa é que ele combate o crime com muito, muito estilo.
O policial acelera uma superesportiva batizada de C-01 (qualquer semelhança com o nome da recém-apresentada moto da Lotus, C-01, é mera coincidência). A superbike foi desenvolvida pela Omnicorp, uma empresa de tecnologia do filme -fictícia, claro - e, para promover ainda mais e dar certa veracidade ao longa foi criado um site dessa empresa onde se encontram as supostas características técnicas do modelo.
O site, por si só é uma atração, com ofertas de robôs, armas e até um drone para vigilância aérea. Mas vamos ao que interessa, a C-01. Sua carenagem, que utiliza materiais de composto de carbono e aço líquido, escondem o motor, mas a “fabricante” afirma que o modelo utiliza um propulsor de 16 válvulas com refrigeração líquida de hidrogênio que gera 197 cv. A transmissão é de seis velocidades.
Os dados fictícios incluem a velocidade máxima, de 397 km/h, mas a empresa alerta que para garantir melhor estabilidade é melhor pilotar a máquina com velocidade inferior a 320 km/h. Como esta moto deve estar pronta para encarar qualquer situação, ela vem calçada com pneus de alta resistência, capaz de rodar longas distâncias, inclusive terrenos off-road. Porém, a Omnicorp avisa que a velocidade máxima na terra cai para 275 km/h. Um tanto ousada, ainda.
Gasolina? Nada disso. Como um bom modelo futurista ela é elétrica, pode ser carregada na tomada, e sua autonomia pode chegar a 600 km, ou seja, não veremos o modelo sendo recarregado durante filme.
Para contribuir com a dirigibilidade, a C-01 possui sensores na rabeta que ajudam o piloto manter o controle da moto em qualquer terreno. Além disso, ela conta ainda com sensores que identificam a voz do piloto e obedecem seus comandos. Por fim, a esportiva pode ser equipada com um pacote chamado “Threat”, que quer dizer ameaça. Melhor que ela fique mesmo apenas na ficção!
Fonte: IG - CARROS
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