14 de julho de 2014

Padrão longa vida made in Treze Tílias

Foto: Tirol,divulgação
A maior marca de leite longa vida do Brasil é a Tirol, da austríaca cidade de Treze Tílias, no Meio-Oeste de SC. A liderança foi conquistada com produtos de qualidade durante quase quatro décadas. Fundada por 32 sócios, hoje é controlada pelas famílias Rofner e Dresch, com o mesmo percentual de capital. A sintonia no comando é tanta que Adalberto Rofner (E), diretor industrial e Tarso Dresch, diretor comercial (D) fizeram questão de responder a esta entrevista em conjunto, por e-mail.

Como foi o início das atividades da Laticínios Tirol?

O contrato social que deu início à empresa foi assinado pelos 32 sócios fundadores no dia 26 de setembro de 1974. Atualmente, além das famílias Dresch e Rofner, que controlam a empresa, as famílias Auer, Gschwendtner e Scholl também fazem parte do quadro societário.Nos primeiros dias de atividade, a Tirol captava, em média, 80 litros de leite por dia. Já no primeiro mês aumentou para 200 litros fornecidos por cerca de 150 produtores. No início, o mix de produtos era limitado a leite pasteurizado, queijo, manteiga e creme de leite (nata).

A Tirol é a marca de leite mais vendida hoje no Brasil. Como chegou lá?

Segundo dados do Instituto Kantar WorldPanel, atualmente, a Tirol é a marca de leite mais vendida no país. Essa conquista é resultado do comprometimento que a empresa tem com a qualidade dos produtos que chegam à mesa dos consumidores e também com o desenvolvimento das regiões onde a marca está inserida. Nosso trabalho de qualidade e segurança alimentar inicia no campo com um trabalho muito forte da equipe de fomento onde mais de 100 colaboradores atuam diretamente nas propriedades rurais propondo novas alternativas de manejo e técnicas para melhorar a produção. Hoje, mais de 8 mil produtores de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Goiás fornecem à empresa. Processamos diariamente cerca de 2 milhões de litros de leite.

Quantas são as unidades fabris?

Temos unidades produtivas em Treze Tílias e Chapecó em Santa Catarina; e plantas terceirizadas no Paraná e Goiás. Juntas, elas empregam mais de 1,2 mil colaboradores.

A Tirol informou que vai investir em nova fábrica. Como está esse projeto?

Estamos em fase de estudos de viabilidade operacional, estrutural e logística a fim de ampliarmos nossa área de atuação. Já temos um orçamento definido para uma nova unidade, o que nos resta é a definição do local.

O que impacta mais o setor?

A indústria láctea possui variações significativas de acordo com o posicionamento da economia e conforme as variações climáticas. Em média, alcançamos um índice de crescimento de 10% ao ano. Esses números, nos últimos cinco anos, permitiram expansão significativa à Tirol, conquistando novos mercados com o aumento da rede de distribuição e representação. Para 2014, a expectativa é mantermos esse ritmo de crescimento.

A companhia diversificou e conta, hoje, com uma linha de lácteos ampla. Quantos produtos tem e quais os maiores desafios nessa diversificação?

A empresa fabrica mais de 200 diferentes produtos, entre eles leites, iogurtes, requeijões, queijos, manteigas, requeijões, bebidas lácteas, sobremesas, cremes de leite e leite condensado. Entre os desafios assumidos está o de sempre proporcionar os melhores produtos atendendo as mais variadas segmentações de mercado.

Como investe em pesquisa, desenvolvimento e inovação?

A Tirol tem equipes internas qualificadas que promovem toda a pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, política de expansão e qualidade por meio de análises laboratoriais em todo o processo, desde a coleta da matéria prima até a destinação do produto industrializado para o consumidor. Além disso, temos parcerias com instituições e consultorias que complementam esse trabalho. Todas as provas dos novos produtos são analisadas pelo Sistema de Inspeção Federal (SIF) instalado dentro de nossa unidade produtiva localizada em Linha Caçador, em Treze Tílias, que regulamenta e analisa se os produtos estão de acordo com as normativas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Quais fatores conjunturais mais dificultam a atuação da empresa no Brasil?

A quantidade de impostos, a falta de infraestrutura de estradas vicinais, de rodovias, e o êxodo rural em especial são as principais interferências ao crescimento do mercado de lácteos no Estado e no país. É urgente a necessidade de promover investimentos significativos nos acessos às propriedades, na distribuição de energia elétrica, na infraestrutura de transporte e no incentivo ao desenvolvimento tecnológico de um modo geral.

Pequenas propriedades

Um dos pontos altos da Tirol é que tem como fornecedores pequenas propriedades rurais que atuam com assessoria técnica da própria empresa. Líder na comercialização de leite no país, é a maior companhia do setor com capital nacional. O empenho pela produtividade e qualidade vem desde o início. A Tirol ajudou os produtores na compra de genética de bovinos de leite da Áustria, Uruguai e do Rio Grande do Sul.

Gestão familiar

A segunda geração de imigrantes austríacos está à frente da companhia. Tarso Dresch, 52 anos, é graduado em Gestão Empresarial, e Adalberto Rofner, 34 anos, em Direito. Como é uma empresa de capital fechado, eles preferem não revelar determinados números. Mas a força da Tirol na bucólica Treze Tílias é grande. Prova disso é a série de caminhões-tanque carregados de leite que circulam lentamente nas rodovias da região. O mesmo acontece em outras regiões do Brasil.

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/estelabenetti/2014/07/14/padrao-longa-vida-made-in-treze-tilias/?topo=67,2,18,,,77

6 de julho de 2014

Diferencial de Treze Tílias está embutido nos produtos do Grupo Kranz

TREZE TÍLIAS – A qualidade e o diferencial estão entre as metas do empresário Walter Kranz. Ele poderia viver em qualquer lugar do mundo, mas em 2001 resolveu investir no sonho de ter o próprio negócio em Treze Tílias, cidade onde nasceu e considera ideal para manter as raízes.
Com experiência de alto executivo da Mercedes-Benz chinesa, o dono do Grupo Kranz – que reúne a Kranz Transportes, a Vinícola Kranz, a Kranz Alimentos e a Kranz Tecnologia – é descendente de austríacos e vê o Tirol brasileiro como um local muito diferente de outros lugares do mundo. “Não é só uma questão de berço”, diz, completando: “Esse sentimento de comunidade, de paternidade, de união, de sociedade, é algo que ficou na gente muito forte. E eu nunca esqueci”.


O grupo tem apostas variadas de mercado, que incluem planos futuros para a produção de embutidos de carne de alta qualidade, como as salsichas típicas alemãs. Na ponta da lança dos trabalhos está a produção de vinhos de altitude, que figuram entre os melhores do país e têm renome internacional. Os espumantes da marca também são bebida oficial de eventos importantes, como o tradicional São Paulo Fashion Week.

“Vim para cá fazer algo diferenciado, como quase tudo que é feito nessa cidade. Santa Catarina é sinônimo de qualidade”, diz o empresário do Grupo Kranz, referindo-se à missão das empresas que montou: “O conceito é fazer produtos diferenciados, de alta confiabilidade. Não nos preocupamos com quantidade, mas com qualidade”.

Para manter as criações no topo dos gostos mais refinados, o empresário aposta em tecnologia de ponta, aliada aos produtos fartos na região, como frutas e grãos. “O vinho é que dá o glamour da marca. Abaixo dele, no guarda-chuva da marca, vem os outros produtos que dão sustentabilidade, como sucos e geleias. É uma linha completa, cuja marca é sustentada pelo vinho, onde temos chance de caprichar”.

Um diferente inexplicável
Com passaporte carimbado em várias partes do mundo, Walter Kranz poderia ter escolhido qualquer outro lugar para fixar raízes. Mas preferiu se render, além do apego sentimental à terra natal, às magias tirolesas que figuram em uma pequena cidade brasileira. “Treze Tílias é diferente. E é um diferente que a gente não consegue explicar. Turistas voltam aqui porque se sentem bem”, afirma. “É um conjunto de coisas que faz dessa cidade uma das mais visitadas do Estado. Os próprios austríacos quando vêm pra cá ficam encantados. Então Treze Tílias tem algo a mais”.

Kranz vai produzir sucos da Galinha Pintadinha

Além dos 70 mil litros de vinho e 120 mil litros de espumantes que produz anualmente, a Vinícola Kranz deve encarar um novo desafio frente ao paladar sincero das crianças. A marca é a responsável pelos sucos de caixinha da Galinha Pintadinha, o personagem infantil mais badalado do momento.
Para começar em grande estilo, a produção entra no mercado com 1, 2 milhão de caixas mensais, com vendas concentradas principalmente em São Paulo onde, segundo Walter Kranz, além do comércio nos supermercados há uma fatia de mercado que inclui a personagem em 70% das festas infantis.


Feito de frutas frescas, sem açúcar, água e conservantes, o suco deve projetar ainda mais a marca e o nome de Treze Tílias nos demais estados brasileiros.

Publicado em: 1 de julho de 2014

Fonte: Você Cidade - Treze Tílias

Joaçabense relata aventura histórica

Três amigos saíram de Joaçaba em 1971 e percorreram a América em um Ford 1929 até Detroit no Estados Unidos


Lembranças de uma aventura que poucos repetiram
nas mesmas condições. (Foto: Éder Luiz.com.
As demais: Arquivo cedido por Paulo Breda)
Uma grande aventura marcou a vida de três joaçabenses que no distante ano de 1971 cortaram a América Latina em direção aos Estados Unidos em um Ford 1929. Paulo Breda, 19 anos, Oscar Branco, 21 anos, e seu irmão Valter, 20 anos, resolveram encarar o desafio no começo daquele ano, no dia 5 de janeiro, rumo a fábrica da Ford, em Detroit. Os joaçabenses percorreram 16.000 quilômetros, por 13 países, em 45 dias.

Quem detalhou a história ao Portal Éder Luiz.com foi Paulo Breda, 62 anos, que ainda mora em Joaçaba. Ele contou que o sonho começou a se desenhar no natal de 1970, quando os irmãos Branco foram até a casa dele e informaram a seu pai que tinham o desejo de levar Paulo junto com eles. A conversa rendeu a permissão e no dia seguinte todos já estavam em Curitiba fazendo os passaportes. 

No dia 2 de janeiro os amigos saíram de Joaçaba novamente em direção a Curitiba para comprar os pneus que usariam no veículo, mas não encontraram e tiveram então que ir até Porto Alegre para adquirir. Depois foi a hora de sair do país e a primeira tentativa foi pelo Paraguai, mas como o veículo não estava em nome de nenhum deles acabaram barrados, a solução foi ir pela Argentina, onde utilizaram uma carta de apresentação da Ford de Curitiba, que servia como uma espécie de apresentação do trio e explicava os objetivos da viagem. 

A primeira dificuldade foi a comunicação. “Nós três fizemos espanhol na faculdade, mas na hora da prática não ajudou em nada”. Disse Paulo. A outra dificuldade, como já era esperado, foi o Ford, que quando começou a subir a Cordilheira dos Andes, sofreu com os problemas da altitude. “Tivemos dificuldades em subir a Cordilheira, não sabíamos dos problemas que a altitude causava. Mexemos em tudo no carro, tínhamos peças para reposição, mas não adiantava. Para nossa sorte passou um argentino e disse que era normal e para que parássemos de mexer”.

Já na entrada do Chile os amigos pararam para dormir em um hotel, na cidade de La Serena, no início do Deserto do Atacama. “Na cidade fomos a uma revenda da Ford e fomos muito bem recebidos e nosso carro foi consertado. O problema era na bomba d´água. A partir daquele dia, por conta do deserto e do sol forte, resolvemos andar à noite, mas na primeira tentativa andamos 20 quilômetros e o carro começou novamente a dar problema na bomba, que aquecia. Nessa hora o Oscar foi mexer e estourou a ventoinha, furando o capô, por pura sorte ninguém se feriu”. Conta Paulo.

O Ford teve que ser rebocado e a viagem se tornou muito difícil, pois de dia no Atacama o calor era escaldante e à noite muito frio. Além disso, os aventureiros sofriam com a falta de comida. Mas a viagem não parou e com o carro em melhores condições eles passaram pelo Chile, depois Equador e Peru, não sem que um deles sofresse com a altitude, Oscar teve que ficar internado em um hospital por conta das sequelas. 

Já na Colômbia os três tiveram que tomar cuidado ao atravessar o país. “Lá havia problemas de guerrilhas já naquela época e fomos orientados a não ir pelas estradas. Então, embarcamos num navio e viajamos dois dias, passando pelo Canal do Panamá. Entramos pelo Oceano Pacífico e desembarcamos no Atlântico”. Ainda segundo Paulo, como resultado dessa viagem no navio surgiu uma história de amor. “Foi no navio que Oscar conheceu a esposa e ali começou uma relação que durou por toda a vida”.

Na América Central as dificuldades foram às exigências de cada país. “Em cada fronteira era um parto. Em El Salvador não queriam deixar que entrássemos. Fomos obrigados pelos guardas da fronteira a fazer a barba, já que existia uma revolta no país e não soava bem homens barbudos”.
Já no México a situação melhorou e o Ford ganhou um descanso em uma oficina, quanto os amigos alugaram outro veículo e foram ao famoso balneário de Acapulco, onde ficaram dois dias.

Quando chegou a hora de entrar nos Estados Unidos a burocracia mais uma vez foi a maior dificuldade. “Chegamos à divisa do México com o Texas e tivemos dificuldade para entrar. Houve um contato com o cônsul do Brasil e novamente a carta de apresentação da Ford foi importante. Depois de muita burocracia ganhamos um visto de 10 dias, mas tínhamos que atravessar o país para chegar até Detroit, onde estava a fábrica da Ford”.

Os amigos seguiram firmes no propósito e conseguiram chegar até Detroit, mas antes de chegar à fábrica da Ford houve mais um problema. “A engrenagem da marcha quebrou, mas mesmo assim insistimos e chegamos. Para nossa sorte, um dos diretores que veio falar com a gente era casado com uma brasileira. Fomos convidados a jantar na casa de um amigo deles, que era outro brasileiro e fizemos uma bela amizade”.

Já no final da viagem os amigos estavam sem muito dinheiro e contaram com a ajuda dos novos amigos para poder comprar as passagens e voltar ao Brasil, desta vez de forma menos aventureira. O Ford 1929 ficou sob os cuidados dos amigos que moravam nos Estados Unidos. “Anos depois os Oscar foi novamente a América para tentar ver do carro, mas não encontrou mais”. Disse Paulo.

Sobre o resumo da aventura, Paulo conta que foi inesquecível e que da forma como foi feita se tornou histórica. “Foi uma viagem sem preparo algum, ninguém acreditava que iríamos chegar. Quando voltei meu pai disse que me deixou ir por que acreditou que não iríamos longe, mas fomos”. 


Os amigos, anos mais tarde, até cogitaram fazer a viagem novamente e com um veiculo do mesmo modelo. Esse era o maior desejo de Oscar Branco, que infelizmente faleceu sem antes poder realizar. Mesmo assim são poucas as pessoas que podem ter uma história como essa para contar. A aventura é considerada até hoje um feito histórico para o automobilismo mundial.





Fonte: ederluiz.com

Doação de Sangue

Doação de sangue é o processo pelo qual um doador voluntário tem seu sangue coletado para armazenamento em um banco de sangue ou hemocentro para um uso subseqüente em uma transfusão de sangue. Trata-se de um processo de fundamental importância, pois nada substitui o sangue. Hoje em nosso país segundo o ministério da saúde, para manter os estoques de sangue regulares, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que é preciso de 1,5% a 3% da população doem sangue regularmente.

Um dos fatores que fazem os hemocentros precisarem cada vez mais das doações é o aumento de 65,3% no número de transplantes realizados no país nos últimos sete anos, os quais precisam de transfusão. O Ministério da Saúde também anunciou a publicação de uma Portaria com novos critérios para a doação de sangue no Brasil e a possível ampliação da faixa etária para doação. Está publicada, no Diário Oficial da União de 14 DE JUNHO DE 2011, a Portaria 1.353, que estabelece o novo Regulamento Técnico de Procedimentos Hemoterápicos, com novos critérios para a doação de sangue no Brasil. A nova legislação inova ao ampliar a faixa etária para candidatos à doação. Jovens de 16 a 17 anos (com autorização dos pais ou responsáveis) e idosos até 68 anos também poderão doar sangue no País. Pela norma anterior, a doação era autorizada para pessoas com idade entre 18 e 65 anos. Com a ampliação da faixa etária para doação, a expectativa do governo federal é ampliar o volume de sangue coletado no Brasil que atualmente chega a 3,5 milhões de bolsas por ano. A ampliação da faixa etária para doação de sangue é baseada em evidências científicas, comprovadas por estudos internacionais. Nos Estados Unidos, por exemplo, a Associação Americana de Sangue (ABB) já havia aprovado que jovens com idade entre 16 e 17 anos e também idosos com mais de 65 anos pudessem doar. As novas diretrizes relacionadas à idade dos doadores também já vigoram em países europeus.

"A decisão de ampliar a faixa etária está, ainda, afinada à tendência de crescimento da expectativa de vida da população brasileira", acrescenta o coordenador de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Guilherme Genovez. 

O processo da doação do sangue é muito simples e seguro não expõe a qualquer risco de contaminação, pois todo o material utilizado é descartável. O volume coletado é de aproximadamente 450 ml, isto representa em torno de 10% do total em um adulto que é rapidamente reposto pelo organismo, na maioria das vezes surgem duvidas entre os doadores vale à pena salientar que ao doar seu sangue ele na vai engrossar e nem afinar e também você não precisa ser doador para sempre. No Brasil, o Ministério da Saúde exige a realização de alguns procedimentos específicos antes e depois da doação, a fim de prevenir complicações para o doador e contaminação para o receptor durante o período de janela imunológica de doenças, o candidato irá passar por uma entrevista que tem o objetivo de dar mais segurança a você e aos pacientes que receberão a doação, na qual seu histórico médico, seus hábitos e suas condições de saúde são verificados e anotados num questionário, com o objetivo de certificar-se de que a doação não será prejudicial ao doador e nem ao receptor. A entrevista é realizada individualmente, por profissional capacitado, não sendo permitida a presença de acompanhantes. Ao término da entrevista, verificam-se a pressão arterial, a pulsação e a temperatura. Além disso, uma pequena punção digital (que é um pequeno furo na ponta do dedo) é feita a fim de obter uma gotícula de sangue para determinação rápida da hemoglobina (teste de anemia). A coleta é realizada numa cadeira na posição semi-sentada. Uma veia de um dos braços é puncionada e um volume de 400ml a 450ml é coletado numa bolsa plástica, que contém solução anticoagulante e preservante. Cerca de 40 ml de sangue são coletados para execução dos exames laboratoriais para doenças infecciosas transmissíveis por transfusão e tipagem sanguínea. Finalizada a coleta, o doador é encaminhado à sala do lanche para alimentar-se e ingerir líquido.

Não poderia deixar de comentar da importância da doação da medula óssea, existem dois tipos de medula: o espinhal e a óssea. A medula espinhal tem por função transmitir impulsos nervosos. A medula óssea, que é encontrado no interior dos ossos, é a responsável pela produção de sangue (hemácias, leucócitos e plaquetas). É a medula óssea que é doada e usada nos transplantes de medula. 

O que é transplante de medula óssea, é a substituição de uma medula doente por uma sadia com a finalidade de recuperar sua função. Os portadores de leucemias são os doentes que mais se beneficiam dos transplantes de medula, este procedimento é a única esperança de cura para milhares. As chances de encontrar uma medula compatível é, em media, de 1 em 100 mil. Por isso, é muito importante um numero elevado de voluntários cadastrados para aumentar a possibilidade de se encontrar um doador compatível. Pode ser realizada a coleta no mesmo instante da doação de sangue. 

Doar sangue é um gesto gratificante. Alem de trazer satisfação pessoal, esta atitude salva vidas. Cada vez que alguém decide ser um doador, é mais uma vida que se renova.

A Enfermeira Daniele Cubas Fontana 
fala mais sobre o assunto.









Fonte: Rádio Videira AM

9 de junho de 2014

O frio aumenta a procura por procedimentos estéticos

Mês de junho abre a "temporada 
de cirurgias plásticas" no país.

O verão ainda está longe, mas a procura pelos corpos esculturais da estação começa assim que o tempo esfria – e os planos são finalmente colocados em prática. Isso vale principalmente quando o assunto é cirurgia plástica – prova disso são os números divulgados pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, que mostra que entre os meses de junho, julho e agosto, os consultórios médicos registram um movimento 50% maior do que o observado no resto do ano.

“O clima mais frio é o período mais indicado para as pessoas realizarem procedimentos cirúrgicos. Isso porque durante esse tempo as pessoas passam mais tempo dentro de casa, sem expor o corpo ao sol, fator que pode prejudicar o período pós operatório”, explica o Dr. Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico da Clínica Michelangelo, de Curitiba – PR.

Além disso, a temperatura mais amena faz com que o inchaço diminua mais rapidamente, “e para aqueles que tem filhos pequenos, esse período normalmente coincide com as férias escolares, portanto, é o ideal para a realização de cirurgias que precisam de um maior período de repouso ou recuperação. Digo isso porque durante alguns dias o paciente não poderá realizar algumas funções do cotidiano – como dirigir ou pegar o filho no colo, dependendo do procedimento que foi feito”, comenta o especialista.

Outro fator que leva as pessoas a procurarem as cirurgias plásticas nessa época do ano é que cirurgias nos seios, abdômen e lipoaspiração, por exemplo, exigem o uso de cintas grossas durante dias ou até mesmo meses, o que pode incomodar nos dias quentes de verão, fazendo o paciente suar e se sentir mal.

O médico explica que o inverno também é uma boa época para as cirurgias por ter menos incisão solar. “O sol é um dos maiores inimigos no período pós-operatório, pois ele pode deixar manchas e cicatrizes, ao mesmo tempo em que o calor dilata os vasos sanguíneos e causa mais inchaço à pele”, exalta.

As cirurgias mais procuradas nessa estação são as de corpo, porém, aquelas que envolvem a face também continuam sendo bastante solicitadas. Segundo o especialista, a lipoaspiração, as cirurgias para próteses de silicone nos seios, a plástica de rejuvenescimento facial e a plástica de pálpebras estão entre as que possuem mais procura.

Porém, antes de realizar um procedimento cirúrgico, é preciso pensar bem e consultar um bom médico, que seja capaz de oferecer as melhores orientações e tirar todas as dúvidas do paciente, para que, depois do procedimento realizado, não exista nenhum arrependimento ou problema imprevisto. “As cirurgias plásticas fazem bem para o paciente quando tanto ele quanto o médico estão em sintonia e entendem qual é o objetivo da pessoa ao realizar o procedimento – assim como qual será o resultado atingido, sem fantasiar ou criar expectativas falsas. É papel do médico analisar e apontar os prós e contras da operação e se a pessoa está realmente pronta para realizá-la”, conclui Pacheco.

Foto: Internert/Divulgação

Fonte:  Diário do Vale

19 de maio de 2014

7 indícios de que o seu smartphone Android está infectado

Assim como os computadores, à medida que os smartphones e tablets se popularizam, esses aparelhos se tornam cada vez mais alvo de cybercriminosos. O número de malwares para dispositivos móveis é assustador; só em 2013 foram detectadas mais de 143 mil novas modificações de programas maliciosos para tablets e smartphones. Mas, apesar do perigo, você sabe identificar se seu aparelho está infectado? 

A plataforma Android é o principal alvo: 98,05% dos malwares para dispositivos móveis são dirigidos à plataforma do Google. Se você é usuário Android, fique esperto e confira a lista com os sintomas mais comuns que indicam que seu smartphone ou tablet provavelmente esteja infectado.

•Se o seu dispositivo está apresentando pop-ups e anúncios intrusos ou ainda durante a navegação ocorrem redirecionamentos inesperados é bem provável que você tenha sido infectado por um adware. 

•Arquivos maliciosos também costumar aumentar abruptamente o uso de dados para fazer com que o dispositivo se conecte repetidamente a um website, clique em anúncios, faça download de arquivos grandes e envie mensagens. Preste atenção em picos do uso de dados.

•Malwares também atingem o bolso do usuário; aparelhos infectados podem ligar ou enviar SMS para números premium elevando o custo da sua conta no final do mês. 

•Alguns apps maliciosos também são capazes de baixar aplicações do Google Play ou outras lojas não oficiais. 

Se em seu dispositivo aparecer aplicativos que você não fez o download, suspeite. 

•Há também apps que se utilizam de funções desnecessárias: se algum aplicativo solicitar permissões ou outras funções que não são necessárias para seu uso, é provável que tenha fins maliciosos.

•Fique atendo a qualquer atividade suspeita nas suas contas online como e-mails e perfis em redes sociais. O malware móvel pode roubar senhas, credenciais de acesso e dados guardados no dispositivo. 

•Por último, duvide de qualquer aplicação que exija dinheiro para desbloquear o aparelho; nenhuma empresa que opera dentro da lei faz isso.

Esses são os principais indícios de que seu Android foi infectado. Especialistas dizem que a melhor maneira de mantê-lo protegido ainda é instalando um bom antivírus. Mas medidas adicionais ajudar a evitar a infecção. Veja algumas:

•Não faça o desbloqueio do dispositivo, técnica conhecida como "root"; 

•Configure uma senha para desbloquear a tela do aparelho; 

•Prefira sempre aplicativos de confiança, de preferência os da loja oficial; 

•Não use redes wi-fi públicas para qualquer tipo de transação; 

•Revise periodicamente as permissões que os apps solicitam; 

•Armazene no dispisitivo apenas dados confidenciais que sejam indispensávei. 

Com essas medidas, você se torna um alvo menos vulnerável.

Para rever a lista de sintomas e dicas para manter seu Android longe de vírus, acesse olhardigital.com.br; o link com todos os indícios e cuidados a serem tomados estão lá, logo abaixo do vídeo que acompanha esta matéria…

Fonte: Olhar Digital  

16 de maio de 2014

Sony cria fita que pode armazenar 47,3 milhões de músicas

A gigante japonesa Sony anunciou na última semana um "retorno" da fita cassete à informática moderna. Durante a feira Intermag Europe, em Dresden (Alemanha), a companhia revelou um método de gravação magnética que permite armazenar 185 terabytes, o suficiente para armazenar 3,7 mil discos blu-ray ou 47,3 milhões de músicas.

Através de um novo processo físico-químico, pesquisadores japoneses obtiveram uma fita capaz de gravar 58 gigabytes de informação por centímetro. O segredo está numa superfície uniforme criada para receber as informação, conforme a companhia.

Apesar da possibilidade de armazenar milhares de filmes em alta definição ser interessante, a nova fita cassete não deve chegar ao público consumidor final. O problema é que o acesso à informação nas fitas é muito mais lento que em discos, pen-drives e HDs. A principal utilização da nova tecnologia deverá ser em bancos de dados de governos e servidores de internet, que precisam armazenar grandes volumes de dados, mas sem necessidade do acesso em tempo real.

Fonte: Rádio Transamérica

O dom de ser luz para quem precisa

Enfermagem


Se procurarmos no dicionário o significado da palavra "enfermagem", vamos encontrar como "A arte ou função de cuidar dos enfermos". 

A arte do latim Ars, significa "técnica ou habilidade", podemos entender que a arte depende diretamente da emoção, da razão, da perfeição e do cuidado.

Podemos descrever a enfermagem como a arte de cuidar, pois precisamos detécnica ou habilidade para prestar os cuidados ao ser humano, mas não basta apenas ter habilidade e dom, como a enfermagem é considerada uma ciência, é necessário ter conhecimento técnico e científico, identificar as necessidades humanas básicas e o diagnóstico dos problemas, para poder elaborar, executar e avaliar um plano de cuidados, buscando dessa forma contribuir para melhor qualidade de vida.

Acredito que para trabalhar na enfermagem, é necessário algo mais, a vida exige mais que conhecimento, ela exige consciência dos sentimentos e energias constantes, não duvidar da sabedoria que já existe dentro da pessoa, por este motivo é necessário ter o dom.

Nestes anos de profissão, descobri que o amor pela enfermagem cresce quando estamos abertos para continuar crescendo com os pacientes e com a equipe, é uma profissão que exige trabalho em equipe, pois a enfermagem é um trabalho de continuidade de assistência, assistência ao paciente 24 horas, e que exige uma auto reflexão constante, pois para ajudar de fato as pessoas , precisamos antes entende-las, colocar-se no lugar do paciente e pensar e se você? Ou um familiar seu?.

Aprendi que a enfermagem tem como tarefa dar conforto, qualidade de vida até o fim, enquanto as pessoas estiverem sob nossos cuidados, e que não temos o poder de impedir a morte, mas deve-se pensar que como profissional, fizemos o que foi necessário para confortá-lo, e aprender com eles a valorizar a vida, nas suas diferentes formas. 


Existem muitas dificuldades em nossa profissão, criar os primeiros laços com os pacientes e seus familiares, lidar com a morte, com as perdas, com o corpo e a sexualidade, é uma profissão tem horários irregulares, que vai afastar o profissional dos familiares em momentos como: Natal, ano novo, dia dos pais, dia das mães, páscoa, mas por outro lado, desenvolverá suas potencialidades, e isso posso garantir que esta profissão lhe dará.





Fonte: Rádio Videira AM

Com aumento da longevidade, população está mais exposta a fraturas

Mais longeva, a população está cada vez mais exposta a fraturas. Especialistas alertam para os riscos impostos pela deterioração da saúde e também pelos obstáculos presentes nos locais onde o idoso circula. O tema foi um dos destaques do 19º Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia, realizado em Belém (PA), entre os dias 29 de abril e 3 de maio.

Entre os principais fatores que contribuem para a chamada síndrome da fragilidade do idoso, estão a osteoporose (redução da massa óssea do esqueleto), a sarcopenia (perda da massa e da força musculares), a desnutrição (queda de dentes leva à preferência por alimentos líquidos e pastosos, acarretando carências na dieta) e o sedentarismo (provocado, muitas vezes, por dificuldades de mobilidade). Alterações visuais, auditivas, táteis e de equilíbrio, além de características dos espaços domésticos e públicos, como buracos, pisos escorregadios e iluminação precária, também representam ameaças.

- Há fraturas espontâneas. Um mau jeito, uma entorse e até carregar muito peso podem causar fraturas - adverte o geriatra e pneumologista Eduardo Garcia.

A probabilidade de sofrer um tombo aumenta com o passar do tempo - cerca de 15% das pessoas de 60 a 70 anos caem no mínimo uma vez ao ano, enquanto entre octogenários e nonagenários o número de vítimas salta para 50%. Em média, no geral, 30% dos idosos caem pelo menos uma vez em um período de 12 meses, machucando, com frequência, ombros, vértebras e punhos.

Também bastante comum, a lesão de fêmur (quadril) é a mais perigosa - em torno de 20% dos pacientes morrem em até um ano. Com dificuldades de locomoção, podem acabar desenvolvendo problemas que agravam o quadro geral, como embolia pulmonar, infecção, pneunomia, infarto e úlceras de pressão (feridas).

Segundo o geriatra Ângelo José Gonçalves Bós, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia - Seção Rio Grande do Sul, o abalo emocional para o idoso e a família pode ser forte.

- A queda representa muito mais do que um simples machucado. Há diminuição da autonomia e do convívio social. Os familiares se preocupam, querem proteger o idoso, proíbem saídas e atividades, há atrito. O paciente desenvolve até depressão - afirma Bós.

Como medida preventiva, além dos cuidados permanentes com a saúde, recomenda-se promover adaptações na casa. É preciso eliminar tapetes e instalar acessórios como barras de apoio no banheiro, dentro do box e ao lado do vaso sanitário (veja mais dicas na imagem).

RECOMENDAÇÕES

- Ter uma dieta equilibrada, privilegiando todos os grupos de alimentos

- Praticar atividades físicas sob orientação profissional

- Consultar um médico regularmente para a realização de exames

- Reconhecer e tratar doenças crônicas degenerativas (insuficiência cardíaca, Parkinson, demências, bronquite e enfisema)

- Não praticar a automedicação. O uso indiscrimnado de calmantes, por exemplo, pode tornar os reflexos mais lentos

- Evitar o consumo excessivo de álcool

OSTEOPOROSE

- A osteoporose se caracteriza pela redução da massa óssea do esqueleto, favorecendo fraturas por quedas ou até espontâneas. Atinge ambos os sexos, sendo mais frequente entre mulheres.

- De acordo com a Fundação Internacional de Osteoporose, a doença afeta atualmente cerca de 10 milhões de brasileiros.

- No mundo, uma fratura provocada pela enfermidade ocorre a cada três segundos - são 25 mil casos por dia, totalizando mais de 9 milhões por ano.

- O sedentarismo é um dos principais fatores de risco. Essenciais durante toda a vida, as atividades físicas são uma importante forma de prevenção.

FRATURAS MAIS FREQUENTES

- Fêmur: é a mais perigosa. A situação de imobilidade pode acarretar problemas como embolia pulmonar, infecção, pneunomia, infarto e úlceras de pressão (feridas). Taxa de mortalidade para estes casos alcança 20% no primeiro ano após a queda.

- Ombro

- Vértebra

- Punho

Livre-se dos perigos que estão em casa

Perigos podem estar escondidos na aparente segurança do lar, sobretudo para idosos. Tapete no chão, nem pensar. Quarto escuro, também não. Um ambiente amigável precisa ter caminho livre para as atividades deles.

Na maioria das vezes, o acidente ocorre não apenas por desatenção da pessoa com idade avançada, mas por falta de cuidado dos adultos responsáveis pela casa e que poderiam ajudar a manter o caminho livre.

Escadas, pisos escorregadios, móveis que estão mal distribuídos são outras armadilhas que ameaçam a integridade física dentro do lar. Os utensílios mais utilizados, por exemplo, devem ficar em móveis de fácil acesso.

Fonte: Rádio Videira AM

9 de maio de 2014

Rinite alérgica

Cuidados básicos para doença se manter estabilizada. Médico alerta que a rinite alérgica é uma doença em 
que não ocorre a ‘’cura’’ apenas controle


A rinite alérgica (que é uma dentre os vários tipos de rinite) é definida como uma doença inflamatória das vias aéreas superiores. Os principais sintomas que incluem o prurido (coceira), rinorréia (secreção nasal), espirros e a congestão nasal. O médico Pedro De Paoli, que atua na área clínica e como cirurgião Otorrinolaringológico da Depaclin, esclarece que os sintomas da rinite ocorrem durante dois ou mais dias consecutivos e por mais de uma hora na maioria dos dias. São sintomas incômodos e que acabam muitas vezes deixando o paciente com certa carga de irritabilidade.

O médico reforça que “existe a possibilidade dos sintomas ocorrerem em estruturas adjacentes como nos olhos, ouvidos e garganta”. O tratamento se baseia no controle ambiental com a finalidade de diminuir a exposição a alérgicos e irritantes. O tratamento, farmacológico, imunoterapia específica e medidas educacionais para o paciente alérgico. Os medicamentos disponíveis podem ser utilizados por via oral ou tópica, e apresentam diferentes graus de eficácia no controle dos sintomas da rinite alérgica.

O médico sugere algumas medidas no dia a dia tendo em vista que os ácaros e a poeira domiciliar são os alérgicos mais importantes em nosso meio, entre elas: manter a casa arejada, limpar o piso com pano úmido evitando aspiradores e substâncias químicas com odor forte, forrar colchões e travesseiros com material impermeável, trocar roupa de cama frequentemente, além de evitar contato com cigarro, permanecer o mínimo de tempo possível em ambientes poluídos\mal ventilados ou com pouco sol, evitar variações abruptas de temperatura, remover carpetes\cortinas\bichos de pelúcia e fugir do contato com substâncias irritantes como perfumes\tintas\inseticidas.

“A rinite alérgica é uma doença em que não há ‘’cura’’ apenas controle, devido a ‘’memória’’ do sistema imunológico relacionada a doenças atópicas (alérgicas), embora possam existir períodos de remissão (intervalo entre crises) de acordo com a susceptibilidade individual e com o meio em que o paciente está inserido”, explicou o médico e alertou “o paciente pode desenvolver outras doenças como quadros de astenia (fraqueza), hiposmia (diminuição do olfato), alterações do esqueleto facial em crianças com obstrução nasal crônica e até complicações mais graves como otite, sinusite, polipose nasal e asma brônquica”.


Fonte: Aline Andres